Linguagem e Pobreza (resenha)

Linguagem e Pobreza

Editado por Wayne Harbert, com a colaboração de Sally McConnell-Ginet, Amanda Miller e John Whitman (da Cornell University), USA,2009.

“A maioria das pessoas são bilíngues”, indica David Crystal (1992). Nesse sentido, a boa pergunta não seria ‘como preservar o monolinguismo no Brasil’, mas ‘como criar situações para superar o monolinguismo oficial brasileiro’. Para Anna Wierzbicka, uma das mais interessantes pesquisadoras comparacionistas, “acima de qualquer outra, é a uma pessoa monolíngue que se aplicam as palavras de Wittgenstein: ‘os limites da minha linguagem são os limites do meu mundo’” (apud Wierzbicka, 2005). A valorização de nossas 200 línguas pode trazer bons resultados científicos, culturais, sociais e educacionais.

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Sobre Pedro Perini-Santos

linguista.
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